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Veja os destaques do Banco Daycoval sobre a inflação.
• Projeta-se alta de 0,35% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro, com a pressão em serviços sendo puxada, principalmente, pela forte elevação das passagens aéreas (12,7%), movimento típico da sazonalidade de fim de ano. No acumulado de 2025, a inflação deve encerrar o período em 4,3%, situando-se abaixo do teto da meta (4,5%).
• Vale ressaltar que, embora a inflação tenha apresentado surpresa benigna recente, ela permanecerá distante do centro da meta de 3%. A expectativa é que o início do ciclo de cortes da Selic ocorra apenas em março de 2026, com taxa terminal de 12% ao final do ano.
• No grupo de serviços, além das passagens aéreas, os itens intensivos em trabalho devem continuar pressionando o resultado. Apesar disso, o núcleo (serviços subjacentes) tende a apresentar comportamento mais acomodado, favorecido por itens como serviços bancários, cinema e serviços automotivos. Por outro lado, em termos anuais, o setor de serviços se mantém como destaque negativo.
• Os preços dos alimentos e bens industriais devem deixar para trás a deflação do mês anterior, refletindo a recomposição de preços pós-Black Friday. Contudo, no acumulado do ano, esses bens (comercializáveis) registrarão alta bem inferior à esperada no início de 2025, constituindo o principal vetor de desaceleração da inflação.
• Por fim, a energia elétrica deve registrar deflação no mês, refletindo a alteração da bandeira tarifária de vermelha 1 para amarela. Entretanto, a alta expressiva acumulada no ano, gerada pelo clima mais seco, consolida-se como o maior foco de pressão nos preços administrados.
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