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Com a crise econômica e administrativa que atinge o Distrito Federal desde o governo Agnelo Queiroz até os dias atuais, há empresas de peso dispostas a deixar a capital da República para se fixar em Minas Gerais, Goiás, Bahia e outros Estados.
Na avaliação de especialistas e de empresários experientes, o êxodo pode causar pelo menos dez mil desempregos e a desocupação de inúmeros imóveis. Hoje, em todo o DF, há pelo menos duas mil lojas fechadas por conta de aluguéis altos e insegurança, entre outros motivos.
A crise foi tratada por presidentes de 14 sindicatos e outras entidades de classe que se reuniram na sede do Sindicato do Comércio Varejista do DF. Eles debateram mecanismos para fazer a economia voltar a funcionar e foram unânimes em um ponto: há uma apatia no Palácio do Buriti.
“A capital está com a sua economia parada, as vendas do comércio caíram mais de 6% nos últimos sete meses e há 212 mil pessoas desempregadas” discursou o presidente do Sindivarejista, Edson de Castro.
Ele se disse decepcionado com o governo porque não são lançadas medidas para desatar o nó em que se encontram inúmeros setores da economia.
“Da construção civil ao varejo, passando por bares, restaurantes, supermercados, serviços, farmácias e outros setores, não há exceção. Todos se sentem vítimas da inércia do GDF. Há um deserto de ideias e não há uma luz no fim do túnel”, destacou o presidente do Sindivarejista, entidade que reúne mais de 30 mil lojas de rua e de shoppings, onde trabalham cerca de 100 mil pessoas.
LEGISLATIVO
A Frente Parlamentar do Setor Produtivo, capitaneada pelo deputado distrital Bispo Renato, presente à reunião, decidiu que voltará a se reunir dia 21 próximo para elaborar documento – a ser enviado ao Palácio do Buriti – pedindo providências urgentes ao governador Rollemberg. Todos os 24 deputados distritais serão convidados para o encontro.
“A considerar o atual cenário, a economia da capital da República corre o sério risco de ter um fim de ano bem amargo porque há um clima de pessimismo no ar. O governador Rodrigo Rollemberg, com a sua experiência e sensibilidade política, precisa reverter a situação o quanto antes”, finalizou Edson de Castro.
O presidente Edson de Castro, do Sindivarejista, enumerou para outros líderes empresariais as razões da crise econômica que atinge o Distrito Federal
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