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Juntar dinheiro costuma ser difícil independentemente do nível de renda e, em muitos casos, nem aumentos salariais garantem maior segurança financeira
Uma pesquisa com mais de 10 mil alunos da escola do educador financeiro e influenciador Breno Nogueira revela que a falta de folga no orçamento é regra, não exceção. Entre os principais dados:
Segundo Breno, muitos brasileiros vivem pressionados entre uma renda que não acompanha o custo de vida e despesas praticamente inegociáveis, como moradia, plano de saúde, transporte e educação dos filhos.
“A pessoa olha apenas para a foto do momento e sente que merece um upgrade de vida. Mas não percebe o impacto desse novo nível de gastos no médio e longo prazo. Se as despesas sobem junto com a renda, a folga financeira nunca chega”, afirma.
Dinheiro
Para Breno, outro ponto recorrente é o comportamento após conquistar as primeiras economias. “Valores como R$20 mil, R$30 mil ou R$40 mil levam muitos a acreditarem que precisam multiplicar o dinheiro rapidamente. E aí entram em: apostas esportivas, operações em ações sem conhecimento e investimentos de alto risco”, completa.
A lógica de “trocar o que tem pelo próximo passo”
Para Breno, um erro comum é assumir compromissos maiores (como um imóvel mais caro) olhando apenas para o salário atual, sem cenário de longo prazo.
“Sem reserva, sem renda previsível e sem método, o risco cresce. Quando a renda oscila, a pessoa pode não conseguir manter o novo compromisso. E, como o imóvel anterior foi vendido para completar a compra, não há patrimônio acumulado para servir de proteção.” finaliza.
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